Helder Barbalho destaca presença policial e ações de cidadania como base para queda da violência no Pará

Helder Barbalho destaca presença policial e ações de cidadania como base para queda da violência no Pará

O governador Helder Barbalho afirmou que a estratégia de segurança pública adotada no Pará tem combinado ocupação policial, saturação de áreas sensíveis e ações de cidadania para transformar a realidade dos territórios. Ao defender esse modelo, ele ressaltou que o Estado reduziu os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) de 4.070 casos, em 2018, para 1.828 registros em 2025, uma queda de 53,09%, segundo dados oficiais da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Na fala, Helder argumentou que o enfrentamento à criminalidade não deve ocorrer apenas com repressão policial, mas também com a presença efetiva do poder público por meio de escola, saúde e serviços básicos, para impedir que o crime organizado ocupe o espaço do Estado. Segundo ele, a combinação entre polícia e cidadania é o caminho para reprimir a violência e, ao mesmo tempo, oferecer oportunidades à população.

Os números mais recentes divulgados pelo governo estadual reforçam a tendência de queda. Em janeiro de 2026, o Pará registrou 151 casos de CVLI, contra 404 no mesmo mês de 2018, o que representa redução de 63% e o melhor resultado para um mês de janeiro desde 2010, de acordo com a Segup.

Ainda conforme dados oficiais, o desempenho da segurança pública no Estado tem sido associado a investimentos em inteligência, tecnologia, capacitação e integração das forças policiais. Em balanço dos cinco primeiros meses de 2025, por exemplo, a Segup informou 726 casos de CVLI, ante 1.803 no mesmo período de 2018, indicando queda próxima de 60%. O governo também relaciona esse resultado à entrega de novas estruturas, armamentos, delegacias, batalhões, grupamentos fluviais e totens de segurança.

Ao comentar os resultados, Helder Barbalho afirmou que a presença do Estado precisa ser sentida no dia a dia da população, tanto pela atuação das forças de segurança quanto pela oferta de serviços públicos, defendendo que essa presença é essencial para reduzir a influência do chamado “Estado paralelo” e ampliar a proteção social.

Fonte: Portal Impulso Notícias.